sábado, 3 de maio de 2014

Higiene: Tudo o que você precisa saber sobre Absorventes

Parece ser algo que nós, mulheres, já nascemos sabendo, mas existem algumas regras quanto ao uso do absorvente que todas precisam conhecer. O uso incorreto do acessório pode causar infecções e até ferimentos. Veja se você está fazendo tudo certinho:

1. De quanto em quanto tempo devo trocar o absorvente?
Tanto o interno quanto o externo devem ser trocados, em média, a cada duas ou três horas, ou quando estiverem cheios, dependendo do fluxo. Se passar de seis horas, o local ficará propenso à colonização de bactérias e fungos, causando infecção.
2. É recomendado tomar banhos com mais frequência durante o período menstrual?
Não são necessários mais banhos, mas, se possível, é interessante que o sangue menstrual seja limpo a cada troca de absorventes. Sempre que possível, faça a duchinha vaginal ( se recomendado pelo Ginecologista) ou  use lencinho umedecido com água ao invés de passar papel higiênico.
3. Posso dormir com absorvente interno?
Sim. Não há restrições, contanto que a mulher não permaneça durante um período muito longo com o mesmo absorvente.
4. Sou virgem. Posso usar o tampão interno?
Existe um tipo de absorvente específico para adolescentes, que é bem fininho. Porém, é preferível evitar, pois, dependendo do tipo de hímen, ele pode ser rompido com o uso do absorvente interno. A menos que a paciente já tenha consultado um ginecologista e recebido orientações, de maneira geral, é melhor usar o externo.
5. O absorvente interno é mais higiênico do que o externo?
Não. Os dois podem proliferar bactérias e fungos e causar algum tipo de infecção vaginal se não trocados dentro do período indicado.
6. É normal que o absorvente interno incomode um pouco?
Não dói para colocar e não deve ficar incomodando. Caso isso aconteça, provavelmente o absorvente está mal colocado.
7. E se a cordinha arrebentar?
Se o acessório for usado corretamente, é muito difícil que isso aconteça. Porém, se acontecer, a mulher deve tentar puxá-lo com os próprios dedos e, caso não consiga, procurar um ginecologista ou Pronto Socorro. Desde que seja retirado, ele não apresenta perigo. Muitas adolescentes pensam que sem a cordinha o absorvente vai parar em outro lugar, mas ele permanece ali.
Obs.: Na descrição do produto do absorvente interno pede-se que antes de colocar, puxa-se a cordinha levemente para ter certeza que não irá escapar.
8. Qual o jeito certo de introduzir o tampão interno?
A posição mais prática é em pé, com uma das pernas ligeiramente flexionada. Apoie o pé em cima do vaso sanitário e introduza o tampão devagar, usando o dedo ou o aplicador.
9. Posso usar o absorvente interno e externo ao mesmo tempo?
Para Dra. Elisabete, se for necessário, a mulher pode, sim, recorrer à prática. No entanto, não é normal ter um fluxo tão intenso e recomenda que, neste caso, a mulher procure um ginecologista para investigar as causas de uma possível patologia.
10. Como sei qual tamanho de absorvente devo usar?
Existem absorventes ideais para o fluxo maior ou menor. Escolha de acordo com o momento da menstruação. Usar um absorvente interno muito grande sem necessidade pode causar o ressecamento da vagina e até ferimentos na hora de retirá-lo.
11. O absorvente pode causar alergias?
Pode haver casos de alergia ao produto, mas é pouco frequente. Quem tem a pele mais sensível geralmente tem restrição ao uso do absorvente externo que tem a última camada feita de plástico. Neste caso, prefira o absorvente interno ou o externo com a última camada de algodão.
12. É verdade que a menstruação não desce na água? Não preciso usar absorvente neste caso?
Na verdade, a menstruação desce na água, sim, mas em um fluxo menor. Por isso, sempre que entrar no mar ou piscina, é preciso estar usando absorvente. Se possível, prefira o interno, já que o externo vai absorver também a água e encher.

sábado, 26 de abril de 2014

Guia prático de Perfumaria parte 2

Família Olfativa

As famílias olfativas permitem classificar os perfumes de acordo com sua característica olfativa principal. Originadas de um conjunto de matérias-primas (flores, madeiras, aromáticos, cítricos, etc.) ou de um acorde tradicional (oriental, chipre), elas podem ser femininas, masculinas ou mistas. Cítrica, floral, aromática, amadeirada, oriental, chipre... Explore a grande variedade dos temas olfativos da perfumaria e dos perfumes associados a eles.

Definição das famílias olfativas:

Cítrica - Sua principal características é o frescor. Apresenta notas de frutas cítricas como a laranja, a lima, mandarina, bergamota, entre outros. E também notas aromáticas como a lavanda e o alecrim. Transmite a sensação de limpeza pós-banho. 
Indicação: Uso em qualquer hora do dia.

Floral - Sua principal característica é a feminilidade. Apresenta bouquet de flores com rosas, lírios, jasmins, entre outras., podendo ser mais opulentas, delicadas ou refrescantes.
Indicação: Uso em qualquer hora do dia e/ou da noite.

Frutal - Sua principal característica é a luminosidade. Apresenta combinações de frutas como maçã, pêra, damasco, abacaxi, e outras com toques florais.
Indicação: Uso a qualquer hora do dia e/ou da noite.

Fougére - Sua principal característica é a leveza. O fougére combina com notas cítricas com madeiras transparentes, lavanda, violeta e musgo de carvalho. 
Indicação: Uso em qualquer hora do dia e/ou da noite ou em momentos especiais.

Madeira - Sua principal característica é  tradição, a força. Apresenta combinações de notas de madeiras como sândalo, cedro e vetiver e o calor de especiarias e âmbar.
Indicação: Uso em qualquer hora do dia, da noite ou em momentos especiais.

Chypre - Sua principal característica é a sofisticação. É o resultado da composição de notas cítricas com amadeiradas (principalmente o patchioulli), musgo de  carvalho e âmbar.
Indicação: Uso em qualquer hora do dia e da noite ou em momentos especiais.

Oriental - Sua principal característica é a sensualidade. Apresenta notas gourmands, quentes e adocicadas como baunilha, caramelo e chocolate, e especiarias como cravo, canela e mirra.
Indicação: Uso em qualquer hora do dia ou da noite e em momentos especiais.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Guia prático de Perfumaria Parte 1

A composição de um perfume

O perfume é composto, basicamente, por óleo essencial, àlcool/água. Para criar um perfume é preciso combinar várias substâncias (aromáticas, sintéticas ou naturais) em harmonia, como acontece com as notas musicais.

PIRÂMIDE OLFATIVA

Um perfume é composto por três fases ou grupo de notas olfativas:

Notas de Saída: Esta fase dura até 2hs - São a primeira impressão que se tem da fragrância. Formada por notas mais leves e voláteis.

Notas de Corpo: Esta fase dura até 4hs - São a alma e a personalidade da fragrância. Formadas por notas mais encorpadas.

Notas de Fundo: Esta fase dura 8hs ou mais - São as notas mais pesadas de uma fragrância. Responsáveis pela substantividade e durabilidade do perfume.

FIXAÇÃO

Nenhum perfume possui o ingrediente chamado ''fixador''. A permanência de uma fragrância na pele depende de alguns fatores:

1º) A concentração da fragrância: Um produto pode ter 3% a 30% de concentração do óleo essencial. Quanto maior a dosagem da fragrância, mais tempo ela permanece na pele.

2º) Característica dos ingredientes: Algumas matérias-primas são mais voláteis e evaporam com mais facilidade e rapidez, como as notas cítricas. Já as notas amadeiradas são menos voláteis e, por isso, compõem as notas de fundo do perfume.

3º) Fixação diferente em cada pessoa: Cada pessoa tem hábitos e característica próprias como a oleosidade e acidez da pele, costumes alimentares, higiênicos e o uso de medicamentos. Todos eles interferem na permanência do perfume na pele, que varia de pessoa para pessoa.

4º) A falsa impressão de que os perfumes se tornam ''mais fracos'': Os perfumes NÃO se tornam mais fracos num curto espaço de tempo. O que acontece é que o nariz acostuma-se com a fragrância e, por isso, temos a impressão de que ela está mais fraca. Chamamos essa sensação de ''saturação olfativa'' ou ''acomodação olfativa''.

sábado, 19 de abril de 2014

Beleza: Aprenda apintar seus próprios cabelos

Olá Luluzeiras! Hoje vou fazer um post sobre Cabelos.
Que mulher não gosta de pintar as ''madeixas'' de vez em quando, seja para cobrir os cabelos brancos ou para mudar o visual?
Vou ensinar o passo-a-passo para fazer a coloração em casa. Sai mais barato e ocupa menos tempo.

Antes de começar, quero explicar algumas coisas sobre tinta, ok?

É importante saber comprar a tinta ou tonalizante certo para seu tipo de cabelo. Os tonalizantes são ideais para pintar os cabelos a curto prazo, pois na medida em que vai se lavando os cabelos, a tonalidade da cor desbota. Por isso, é legal descolorí-los para ''pegar'' melhor o pigmento. Após o uso da água oxigenada para descolorir e aplicar o pigmento, o ideal é hidratar os cabelos no período de 15 dias porque a tendência é desbotar a cor, ressecar os fios e danificados (pontas duplas, cabelos quebradiços e etc).
Já, a tinta que contém amônia na coloração, deve-se descobrir qual a melhor para seus cabelos. Pois cada cabelo possui um PH diferente e portanto, é de sua escolha descolorir ou não antes de aplicar a coloração.
Um exemplo são os meus cabelos, eu nunca pintei sem descolorir, seja para fazer mexas californianas ou pintá-los inteiros. Meus cabelos são grossos e volumosos, portanto eu preciso descolorir para que a cor fique por mais tempo. Eu também não costumo usar os produtos que vêm na caixa das tintas. O sachê de creme que vêm na caixa para o uso de ''antes da coloração'' eu não uso porque isso vai evitar que a cor penetre nos fios. E, o ''Creme pós-coloração'' eu costumo usar 1 semana após.
Observe sempre no verso da caixinha da tintura as cores que provavelmente irá ficar. Compare a cor natural do seu cabelo para ter uma prévia de como ficaria sua cor, para depois não se arrepender.
Por exemplo: Meu tom de cabelo natural é louro escuro e quero pintar de vermelho cereja, a tend~encia é que o resultado fique um vermelho escuro.

Agora, sem mais delongas..huahsuhaus!
O passo-a-passo:

Você vai precisar de:
· Potinho: para misturar as tintas
· Capa de plástico: para cobrir os ombros
· Hidratante: nas orelhas, pescoço e testa para não manchar
· Pente: próprio para tintura
· Luvas: de plástico ou de borracha para não manchar unhas e mãos
· Toalha velha: para colocar embaixo da capa de plástico
· Piranhas: para separar as mechas dos cabelos

1. Com os cabelos secos, desembarace os fios. Com o pente, divida os cabelos ao meio e faça dois rabinhos, um de cada lado.
2. Divida cada um dos rabinhos em duas partes. Você ficará com o cabelo dividido em quatro partes iguais, duas na frente e duas atrás.
3. Em cada uma das quatro partes, separe várias mechinhas de cabelo com cerca de 2 cm de espessura. Prenda-as com piranhas.
4. Com um pincel largo, aplique a tinta nas mechas da região da franja para trás. Comece pela raiz e vá para as pontas de cada mecha.
5. Quando todas as mechas estiverem lambuzadas, faça uma massagem com as mãos para espalhar o produto.
6. Espere o tempo de pausa indicado na embalagem pelo fabricante. Em geral, é de 40 minutos.

Veja um vídeo explicativo: https://www.youtube.com/watch?v=_tqOEZb5sNY



sábado, 12 de abril de 2014

Saúde: Dieta X Reeduçação Alimentar

Você come, come, come, sem se preocupar com a qualidade dos alimentos. Um dia, nada belo, se dá conta de que está beeem acima do peso. A solução? Alguma dieta do momento, claro! Sua amiga fez aquela famosa "do cristal" e perdeu os infelizes cinco quilos que a incomodavam. Sua vizinha enxugou oito com a do "miojo". Óbvio que terá uma que vai servir para você. Mas, depois de um tempo em lua-de-mel com a balança, tudo volta a ser o que era antes… Até a próxima dieta. É aí que está seu erro – e o da maioria das pessoas. Emagrecer deve ser uma questão definitiva e só conseguimos resolvê-la de uma forma: reeducando nosso metabolismo. No entanto, para isso, devemos consertar primeiro nossa alimentação.
Para começar, é importante entender o conceito de dieta e de reeducação alimentar. Segundo a nutricionista Bárbara Sanches, a dieta seria um regime prescrito a uma pessoa geralmente com restrição total ou parcial de certos alimentos, e sempre com alguma finalidade terapêutica. Já a reeducação alimentar é o processo de aprendizado, conscientização e mudança de hábito alimentar de forma gradativa. "É o entendimento de erros alimentares e a compreensão do que é necessário ser alterado para prevenção, recuperação e/ou promoção da saúde", descreve Barbara Sanches.
O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc
Pontapé inicial: dieta
Se você quer e precisa perder peso, você realmente pode estar necessitando entrar numa dieta. No entanto, não seria uma dessas milagrosas da moda, porque um regime deve, antes de mais nada, ter coerência e respeito com a saúde. "O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc. Mas, para a manutenção dos resultados alcançados, é preciso que esta dieta introduza mudanças saudáveis na alimentação, que deverão se tornar um hábito", afirma a nutricionista Barbara Sanches, alertando: "Se isso não ocorrer, e a alimentação voltar como era antes, muito provavelmente, a pessoa retornará com as doenças, sinais e sintomas que apresentava anteriormente".
Outro erro cometido por quem quer emagrecer é entender que dieta é a mesma coisa que fome. E redução calórica radical não é a solução. Isso porque a ausência de calorias pode significar a ausência de nutrientes importantes, provenientes delas. E, dessa forma, nossas necessidades diárias desses substratos – muitos deles fundamentais para a metabolização da gordura corporal – não são atendidas, prejudicando inclusive o próprio emagrecimento. Sem contar, outros processos essenciais à saúde.
Por isso, a nutricionista Barbara Sanches alerta que toda e qualquer dieta deve sempre ser prescrita e acompanhada pelo nutricionista, que é o profissional capacitado para detectar déficits nutricionais, bem como corrigi-los por meio da alimentação.
Qualidade x quantidade
Portanto, o importante é se preocupar com a qualidade da alimentação e não com a quantidade. Barbara Sanches explica que a variedade do cardápio é fundamental para que o organismo não seja privado dos nutrientes essenciais – como proteínas, minerais, vitaminas, fibras, gorduras e carboidratos. "Devemos priorizar frutas, verduras, legumes, alimentos integrais, consumir gorduras de boa qualidade, como as oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas etc.), azeite de oliva extra-virgem e óleo de canola; variar o consumo de peixe, frango, ovo e carne vermelha (em menor quantidade). E não esquecer das fontes protéicas vegetais (feijão, quinua, soja, entre outras)", orienta a nutricionista, lembrando ainda que a ingestão de líquidos, como água, chás e sucos, também é muito importante.
Força de vontade
OK. Você fez a sua dieta, perdeu seus quilinhos extras, entendeu que precisa se conscientizar sobre seus hábitos alimentares. Mas é importante ter em mente que, num processo de transformação de estilo de vida, o mandamento número um é… força de vontade! "Qualquer mudança de hábitos, independentemente de qual, não é fácil. A pessoa geralmente é obrigada a deixar de realizar atividades que esta acostumada. Quando se trata da alimentação, ainda ocorre outra dificuldade, que é o hábito da família e das pessoas com quem se convive. Com certeza, isso influencia na escolha do cardápio. Por isso, a transição deve ser feita de forma gradativa, exigindo força de vontade e conscientização para que se incorporem hábitos novos", finaliza Barbara Sanches.

Fitness: Corrida e seus benefícios

corrida derrete gordura e aumenta a resistência. Ainda traz benefícios que você não enxerga e se espalham pelo corpo todo. Confra! 

Exercita a cabeça Os experts em exercício afrmam que toda atividade que exige foco e concentração é positiva do ponto de vista neurológico, porque estimula o raciocínio. "Correr regularmente também melhora a memória e outras funções cognitivas", completa o professor Guilherme Arnone. 

Melhora o sono Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, sugeriram a pessoas sedentárias e com difculdades para dormir que incluíssem na rotina trotes de 20 a 30 minutos dia sim, dia não. O resultado foi que o grupo reduziu pela metade o tempo para pegar no sono - e ainda aumentou em quase 60 minutos a quantidade de horas dormidas. 

Previne doenças Correr fortalece o sistema imunológico e eleva a produção de macrófagos, células que atacam bactérias e vírus. Um estudo da Universidade Estadual Appalachian, nos Estados Unidos, comprovou que o trabalho dessas células é mais efcaz no momento em que o corpo está em atividade, quando elas circulam mais depressa pelo organismo. 

Aumenta a autoestima 
Um estudo realizado por neurologistas da Universidade de Bonn, na Alemanha, comprovou que há mais ligações de receptores de endorfna em quem corre do que em praticantes de outras atividades físicas. Sem contar que o fato de conseguir evoluir um pouquinho a cada dia faz um bem danado para a autoconfança. 

Deixa o coração resistente A corrida melhora o fuxo sanguíneo nas coronárias (artérias que irrigam o coração) e estimula a capacidade de contração do músculo cardíaco. 
Tudo isso afasta o risco de aterosclerose, que é o estreitamento de vasos devido a placas de gordura e que leva ao infarto. 

Atenção, peça água! 
Quando você corre, perde líquido e sais minerais por causa da transpiração. Por isso, é preciso fcar atenta à hidratação durante o exercício. Para treinos que duram até 60 minutos, beber água (pequenos goles a cada 20 minutos) é sufciente. Quando o tempo de corrida for superior a uma hora, a nutricionista Ligia Henriques recomenda o consumo de uma bebida esportiva, que, além de água, contém eletrólitos (sais minerais, como sódio, potássio, cálcio e magnésio) e carboidratos. Outra opção para o corpo não entrar em pane é consumir um sachê de gel de carboidrato diluído em água 
a cada 30 minutos de exercício.



Saiba mais: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/02/entenda-os-beneficios-e-diferencas-entre-corrida-e-caminhada.html

domingo, 6 de abril de 2014

Sexo: O que é Pompoarismo?

Se você nunca ouviu falar em pompoarismo, está na hora de conhecer o assunto. Isso porque a técnica, criada na Índia e aperfeiçoada na Tailândia, pode fazer milagres por seu corpo. Baseada no controle da contração e do relaxamento dos músculos vaginais, tem benefícios físicos, pois protege da flacidez vaginal, causada pelo envelhecimento ou gestações, e previne doenças como incontinência urinária e cólicas.

Além disso, há vantagens muito interessantes: os movimentos do pompoar transformam a vida sexual do casal! Observe o passo a passo e aprenda a técnica sendo uma expert no assunto:

O passo a passo do pompoarismo

''Em 15 dias, é possível perceber resultados e, em oito meses, dominar a técnica'', afirma a professora Regina Racco. Vale reforçar que o desenvolvimento varia de mulher para mulher e de acordo com o treino.

1. Autoconhecimento
Primeiro, você deve conhecer o próprio corpo. Para isso, explore a região genital usando um espelhinho. Comece massageando a vagina com movimentos suaves e amplos. Não há um roteiro específico a seguir: o objetivo é que você se sinta à vontade e tenha total domínio sobre a região. Quando se sentir bem, passe a contrair e a relaxar a vagina, observando os movimentos no espelho.

2. Músculo no alvo
Está com dificuldade para perceber como deve concentrar a força para contrair a vagina? Um exercício fácil pode ajudá-la: ao fazer xixi, interrompa o jato e conte até dez. Descobriu qual é o músculo a ser trabalhado? Então, agora que já sabe, não repita mais o exercício para não afetar o bom funcionamento da bexiga.

3. Contrações
Elas são essenciais para você conseguir fazer o pompoarismo durante o sexo. Rápida e simples: fique de pé e comece as contrações: ''aperte'' fortemente o canal vaginal e, em seguida, relaxe. Repita 30 vezes. Ao final, inspire e expire profundamente. Esse processo aumenta a libido. Lenta e elevatória: a meta é comprimir todo o canal vaginal aos poucos, como se estivesse sugando algo para o interior do órgão. Pense num zíper sendo fechado: essa sucção deve acontecer da mesma maneira. Vá fechando o canal vaginal de baixo para cima. Depois, de cima para baixo. Prefira fazer isso em frente ao espelho para ver o movimento. Repita três vezes. Vale dizer que as experientes conseguem ''fechar'' o canal vaginal como se ele fosse dividido em três partes - e elas têm total controle sobre cada uma delas. É isso que você deve treinar nesse passo.

4. Exercícios posturais
Estas atividades podem ser feitas com ou sem acessórios. O ideal é exercitar quatro tipos de movimento por dia durante meia hora, e ir revezando ao longo dos dias.

Em pé: encaixe o quadril, separe os pés e coloque as mãos na cintura. Faça a contração rápida do canal vaginal e
mova o quadril para trás e para frente. Relaxe. Repita 15 vezes.

Na cadeira: sente-se, apoie as mãos nas coxas e mantenha os pés paralelos e separados. Contraia a vagina, conte até dez e relaxe. Agora, contraia lentamente, sugando o canal. Repita dez vezes.

Agachada: contraia o canal vaginal sugando aos poucos e, então, relaxe rapidamente, como se estivesse forçando a saída do xixi. Repita de 15 a 20 vezes.

Deitada: deite de costas para o chão, coloque os braços paralelos ao corpo e flexione os joelhos. Eleve o quadril e contraia o canal. Permaneça assim e conte até dez. Desça e relaxe. Repita dez vezes.

Ajoelhada: fique de quatro, mantenha a coluna reta e comprima o canal. Segure a contração, curve as costas e relaxe. Repita de dez a 15 vezes.

Com almofada: deite de barriga para cima, eleve as pernas e flexione os joelhos, deixando a canela paralela ao chão. Com a almofada entre as coxas, contraia a vagina, conte até 20, e relaxe. Repita dez vezes.

5. Exercícios sexuais

Torcer: de quatro, quando o parceiro introduzir o pênis, contraia com força. Leve o quadril para direita, torcendo o pênis. Relaxe. Repita para a esquerda.

Sugar: com ele deitado de lado, encaixe-se sobre o pênis, mas de maneira que forme a letra ''T'', enlaçando-o com as pernas. Faça a contração lenta e elevatória, sugando o membro.

Massagear: posicione-se em cima do moço para que a penetração seja total. Faça a contração lenta e, em seguida,
relaxe todo o canal. Repita quantas vezes quiser. Vocês devem se manter parados enquanto apenas os músculos vaginais trabalham.

Estrangular: quando o parceiro estiver quase ejaculando, contraia o canal vaginal de forma bem rápida e forte, ''segurando'' o pênis pelo tempo que conseguir. Assim, o orgasmo demorará mais tempo e será longo.

Expulsar: vocês dois já chegaram ao orgasmo? Experimente abrir todo o canal com força para ''expelir'' o pênis.

Prender: ''aperte'' o músculo com força para ''prender'' o pênis dentro de você.

Os utensílios da técnica

Bolas tailandesas: leves indicadas para as novatas, fortalecem rapidamente a região vaginal. A força utilizada no exercício deve respeitar a sua capacidade de contração.
Colar tailandês: com cinco bolinhas, enfatiza a coordenação para os exercícios. ao introduzi-lo, o canal vaginal se contrai espontaneamente. use-o dez minutos por dia.
Bolas Ben-Wa: tem duas ou quatro bolinhas e facilita o movimento de sugar e expulsar o pênis. Recomendado para quem já treina há algum tempo.
Cones para iniciantes: São cones coloridos e cada um têm um pêso diferente. Vai-se trocando o pêso gradativamente conforme a dificuldade vai aumentando.